Um auxiliar de serviços gerais brasileiro chamado Carlos Gouvêa afirmou que essa prática não é novidade, e que a tecnologia só forçou uma adaptação.
Ele contou que sempre colou fita adesiva na fechadura do banheiro quando sua mulher ia tomar banho, e que seu pai e seu avô já faziam isso há décadas.
"Com a quantidade de moleque desocupado que tem aqui na rua, eu que não vou dar bobeira. Essa juventude de agora não sabe as artimanhas que um moleque safado é capaz", afirmou Carlos.
Gus Silva
