Defesa de Dilma alega que Cunha agiu por vingança, e que a vingança nunca é plena
A defesa da presidente Dilma apresenta como tese que o presidente da câmara dos deputados Eduardo Cunha apenas aceitou o processo de Impeachment por vingança pessoal.
O texto foi inspirado em um já falecido advogado mexicano, que também foi toureiro, carpinteiro, sapateiro, boxeador, fotógrafo, vendedor de churros e fígaro. A principal alegação é que a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.